60% dos eleitores aprovam Riedel e insatisfação tem leve aumento

A popularidade do governador Eduardo Riedel (PP) segue praticamente na mesma em relação ao mês de março em Campo Grande. Os números relativos à aprovação do pepista seguem rigorosamente os mesmos, enquanto os índices sobre a gestão tiveram leve variação negativa a respeito da insatisfação dos eleitores campo-grandenses.

Conforme o levantamento do Instituto Ranking Brasil Inteligência, divulgado na quarta-feira (22), a avaliação do governo Riedel é considerada boa ou ótima por 32% dos entrevistados. Outros 38% avaliam a administração estadual como regular e 23% como ruim ou péssima. Já 7% não souberam ou preferiram não opinar.

Na comparação entre março e este mês, a avaliação do governo apresentou poucas variações. O índice de bom ou ótimo recuou dois pontos percentuais, de 34% para 32%. Por outro lado, a classificação regular passou de 37% para 38%, enquanto a avaliação ruim/péssimo subiu de 22% para 23%

Riedel é aprovado por 60% dos entrevistados e desaprovado por 32%, sendo que 8% não sabem ou não quiseram responder. Estes números são os mesmos de março.

O Instituto Ranking ouviu 1 mil eleitores entre os dias 17 e 21 de julho deste ano em Campo Grande. A margem de erro é de 3,1% para mais ou menos e o índice de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada no TSE com o número MS-05958/2026 e BR-00455/2026.

Na busca pela reeleição, a convenção do PP para homologar a candidatura de Eduardo Riedel está prevista para o dia 1º de agosto, um sábado. Ele deverá contar com, pelo menos, o apoio de sete partidos e repetir a dobradinha com o atual vice-governador, José Carlos Barbosa, o Barbosinha (Republicanos).

Além da máquina do Governo do Estado, Riedel vai para a disputa com o apoio de sete partidos. Além do PP, ele conta com o União Brasil de Rose Modesto, do MDB do ex-governador André Puccinelli e do PL do ex-deputado estadual Capitão Contar, que foi seu adversário no segundo turno.

O governador terá ainda o apoio do PSDB, partido pelo qual foi candidato pela primeira vez em 2022 e deixou para se filiar ao PP, do Republicanos, do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e do Avante, do deputado estadual Lídio Lopes.

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